Em 2012
Em 2012
Dizem que eu sou uma pessoa que sofro por antecedência, antes da hora... Provavelmente elas têm lá sua razão. Eu tenho mesmo um problema com ansiedade. Mas isso é muito meu mesmo, nasceu comigo, junto com minha prematuridade, desde que eu vim ao mundo com cinco meses e três semanas...
De qualquer forma, essa é a última semana de 2011 e, com ela, deve ser normal vir esse sentimento reflexivo de "como será as coisas no próximo ano".
Não que eu esteja ansiosa, mas nesse próximo ano, não tem jeito: acho que vou encarar o maior desafio da minha vida... Daqueles que a gente nunca acha que está pronta para encarar.
Nesse pequeno recesso antes da virada do ano, ando pensando muito nisso. No que nunca mais será como conhecia e em tudo que já é tão novo, tão diferente.
Pergunto a mim mesma se serei capaz de me reinventar tanto e tão profundamente para dar conta dessa nova fase da minha vida. São outras prioridades, outros planos. Tantos que chego até ter medo se de fato eu banco isso tudo.
O Dan costuma me dizer que somos criaturas que temos medo daquilo que não conhecemos. E é verdade: nem indireta e nem diretamente eu passei por nada parecido. Nem comigo, menos ainda com gente próxima a mim. E só de pensar o que 2012 reserva pra mim, eu fico com medo... Apavorada!! Sem ter ideia do que esperar...
Por isso, desisti de projetar ou planejar qq coisa para um ano que eu se quer sou capaz de imaginar. Dele, em 2012, só o que peço é coragem. Para aplacar essa covardia do desconhecido e desintegrar a insegurança do novo.
Força, meu Pai, resistência e sobretudo coragem para viver uma semana de cada vez, um mês por vez. De modo que esse meu desafio seja apenas uma preciosa escada a me erguer para o 2º andar da vida adulta. E eu, devagarinho, degrau por degrau, possa enfim chegar lá...
Seja o que Deus quiser!!!
Dizem que eu sou uma pessoa que sofro por antecedência, antes da hora... Provavelmente elas têm lá sua razão. Eu tenho mesmo um problema com ansiedade. Mas isso é muito meu mesmo, nasceu comigo, junto com minha prematuridade, desde que eu vim ao mundo com cinco meses e três semanas...
De qualquer forma, essa é a última semana de 2011 e, com ela, deve ser normal vir esse sentimento reflexivo de "como será as coisas no próximo ano".
Não que eu esteja ansiosa, mas nesse próximo ano, não tem jeito: acho que vou encarar o maior desafio da minha vida... Daqueles que a gente nunca acha que está pronta para encarar.
Nesse pequeno recesso antes da virada do ano, ando pensando muito nisso. No que nunca mais será como conhecia e em tudo que já é tão novo, tão diferente.
Pergunto a mim mesma se serei capaz de me reinventar tanto e tão profundamente para dar conta dessa nova fase da minha vida. São outras prioridades, outros planos. Tantos que chego até ter medo se de fato eu banco isso tudo.
O Dan costuma me dizer que somos criaturas que temos medo daquilo que não conhecemos. E é verdade: nem indireta e nem diretamente eu passei por nada parecido. Nem comigo, menos ainda com gente próxima a mim. E só de pensar o que 2012 reserva pra mim, eu fico com medo... Apavorada!! Sem ter ideia do que esperar...
Por isso, desisti de projetar ou planejar qq coisa para um ano que eu se quer sou capaz de imaginar. Dele, em 2012, só o que peço é coragem. Para aplacar essa covardia do desconhecido e desintegrar a insegurança do novo.
Força, meu Pai, resistência e sobretudo coragem para viver uma semana de cada vez, um mês por vez. De modo que esse meu desafio seja apenas uma preciosa escada a me erguer para o 2º andar da vida adulta. E eu, devagarinho, degrau por degrau, possa enfim chegar lá...
Seja o que Deus quiser!!!

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