Meu novo muito prazer!

Olá,


Meu nome é Carolina Carvalho; mas, dependendo da ocasião, também sou a Carol, a Mamitcha, Nega, CarolYara ou Raksha.

Explico... de traz para frente, Raksha é o nome lúdico da mãe loba do Mogli - o clássico da literatura infantil mundial, que revela meu personagem na monitora de crianças de 7 a 10 anos, no ramo lobinho, dentro do movimento escoteiro.

Como CarolYara, sou a autora de blog e colunista de sites e perfis ligados tanto a cultura de devoção e práticas neopagãs, quanto de religiosidade de matriz afro brasileira; bem como seus intercâmbios culturais. Faço dos meus aprendizados adquiridos e bênçãos vividas pautas de esclarecimento e acolhida a todos que buscam ajuda e/ou orientação.

Nega e Mamitcha são fáceis de adivinhar, vai? Coisa do meu filhinho de 8 anos (que diz que Mamitcha é Mamãe com aquilo que ele mais gosta: Salsicha)  e do homem da minha vida, meu marido, amigo e grande companheiro de vida.

 Agora, já a Carol requer uma apresentação mais longa; pois de todas as formas em que eu me acostumei a ser chamada, essa é a que cabe mais pessoas dentre todas que eu sou. Carol, professora de yoga, graduanda de Letras – Português. Carol, que agora é relações públicas do Instituto de Conservação e Restauro Pachamama. Carol, manicure e micro empreendedora, que está doida para inaugurar uma esmalteria em casa. Carol, nerd, estudiosa, que gosta de ler e aprender; animada com suas aulas de violão, italiano e com curso de teologia de umbanda. Carol, que agora olha para a sua história e se reconhece em cada lapidação (incluindo as mais doloridas); afinal, são em todas elas que carregam tantas lembranças magníficas, amizades genuínas e muita verdade sincera no coração.  

Por fim, tem outra parte de mim que – essa sim – sempre esteve, está e estará em minha essência; pois, trago no corpo a marca MARIA, MARIA que mistura a dor e a alegria. Como Maria Carolina, sou a que não desistirá de migrar seu caminhar profissional da comunicação social, para a educação, formação. A que, a partir daí, abrirá o Espaço de Convivência Multicultural Mãe Terra. Que, por fim, apenas deseja ser a mudança que quer ver no mundo (como diria Gandhi)

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