Bournout Autístico, conhece?
Eu não conhecia... mas tinha ouvido falar. Achava estranha a expressão, já que costuma ser um CID restrito à atividade laboral e, até onde eu sei, o autismo "ainda" não é ofício, nem ocupação profissional 😒😒😒
Sim, aqui quem fala é uma autista que, a primeira vista, vai compreender tudo ao pé da letra, prazer! Não posso evitar, está no meu neurodesenvolvimento.. Mas, posso não me restringir, por certo! Por isso, também me sinto um pouco mais atípica do que os meus, atípicos como eu. A estranha entre os estranhos... É uma reação meio involuntária, rejeito de cara o que não me parece lógico, até encontrar o sentido naquilo.
Teimosa, sem dúvida!!
Com orgulho, sim senhor... Afinal, foi essa teimosia (que, vale dizer: me custa um alto preço a pagar) que também me levou a chegar a um ponto de ter alguns bons repertórios na pele sobre as circunstâncias que colocam autistas, vez ou outra, inevitavelmente, nessa condição de bourn-out e, agora, após avaliação com a neurologista e psicóloga, receber esse diagnóstico junto aos estudos científicos que embasam esse diagnóstico.
O que vou compartilhar agora é um resumo do artigo de uma renomada pesquisadora britânica sobre o assunto. Para quem quiser se aprofundar, deixo o link para a leitura na íntegra, logo no final dos 'prints'.
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O texto acima são prints de TRECHOS do artigo original. Para conferir a publicação, na íntegra e no original, em inglês, acesse a página:
An Autistic Burnout 👇
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